MPPB e Prefeitura discutem ações para enfrentar crise no Açude Velho

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Nesta segunda-feira (19), uma reunião entre o Ministério Público da Paraíba (MPPB), a Prefeitura Municipal de Campina Grande e órgãos ambientais voltou a debater as ações de médio e longo prazo para enfrentar a crise ambiental no Açude Velho, principal cartão-postal da cidade.

Em entrevista à imprensa, o promotor de Justiça, Hamilton Neves, informou que o Ministério Público já vem acompanhando as medidas adotadas pelo município, especialmente no que diz respeito à interrupção do despejo de esgotos no entorno do manancial.

Nesta segunda-feira (19), uma reunião entre o Ministério Público da Paraíba (MPPB), a Prefeitura Municipal de Campina Grande e órgãos ambientais voltou a debater as ações de médio e longo prazo para enfrentar a crise ambiental no Açude Velho, principal cartão-postal da cidade.

Em entrevista à imprensa, o promotor de Justiça, Hamilton Neves, informou que o Ministério Público já vem acompanhando as medidas adotadas pelo município, especialmente no que diz respeito à interrupção do despejo de esgotos no entorno do manancial.Play Video

“Nós estamos recebendo relatórios da Prefeitura de Campina Grande concernentes à cessação dos esgotos domésticos do entorno do Açude Velho”, disse.

Segundo o promotor, a prioridade neste momento é conter os danos mais urgentes, antes de avançar para intervenções mais amplas.

“Agora é o momento de apagar o fogo, cessar, tapar esgotos e, no segundo momento, a gente vai partir para o Riacho das Piabas e a questão do desassoreamento, que é necessário”, afirmou.

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Hamilton Neves destacou ainda a necessidade de uma atuação imediata, diante da proximidade do período chuvoso.

“É necessária uma força-tarefa urgente. O inverno está se aproximando e a gente tem que aproveitar esse momento para que, nesses próximos sessenta dias, essa operação seja realizada com todo êxito no entorno do Açude Velho, mas a operação deve se expandir também pelo Riacho das Piabas”, ressaltou.

De acordo com o promotor, o Ministério Público acompanhará de perto a execução das medidas.

“O importante é começar, executar e concluir, e é isso que a gente vai cobrar da Prefeitura”, garantiu.

Ele adiantou que novas etapas para a garantia da solução devem envolver parceria com instituições acadêmicas.

“No segundo momento, nos reuniremos com a academia, UEPB, UFCG e organismos que também podem colaborar para a gente ressuscitar o nosso cartão-postal”, concluiu.

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